(Anderson Natanael)
Não tenho velas
Não tenho barco
Não tenho o mar.
Minhas janelas avistam terras
Avistam montanhas
Avistam gente.
O meu céu
Ainda permite ver as estrelas.
Sou do velho, sou do novo
Não sou de guerra
Sou de paz
Ponto BR/Minas Gerais
De ouro e de pedras
De barro e de palha
De longe e de perto
Branco e preto
Verdadeiramente não importa
Nasci para ter liberdade!
Conservador, sim!
Ainda conservo a fama
Fiel a quem me ama
Pois a extinção das algemas
Não autoriza outro corpo
Numa outra ou mesma cama.
terça-feira, 15 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
Perdão
(Anderson Natanael)
Ah, minha amada
Que pecado eu cometi!
Tanto tempo pra te possuir
Pra te convencer
Do meu sentimento.
Ah, minha pequena
Me fez descobrir
Que amar vale a pena.
Olha bem pra mim
Vou te perdoar
Se voltares depressa
Antes que a felicidade me esqueça
Antes que o amor adormeça
Doente.
Ah, minha amante
Conta o que eu já fiz
Só tentando te fazer feliz
Não vá te aventurar
Te penitenciar
O meu amor é tão grande
O bastante pra te redimir
Seguras minha mão
Terás meu perdão
E nunca mais te deixarei partir.
Ah, minha amada
Que pecado eu cometi!
Tanto tempo pra te possuir
Pra te convencer
Do meu sentimento.
Ah, minha pequena
Me fez descobrir
Que amar vale a pena.
Olha bem pra mim
Vou te perdoar
Se voltares depressa
Antes que a felicidade me esqueça
Antes que o amor adormeça
Doente.
Ah, minha amante
Conta o que eu já fiz
Só tentando te fazer feliz
Não vá te aventurar
Te penitenciar
O meu amor é tão grande
O bastante pra te redimir
Seguras minha mão
Terás meu perdão
E nunca mais te deixarei partir.
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